Curso / Veridura

O mapa

Onze semanas, um dossiê, duas noites.

Veridura não é um catálogo de ferramentas. É um percurso: nomeias o trabalho, lês o que volta, deixas rasto, decides o limiar. No fim a Inês assina uma carta que descreve o programa seguido e as páginas relidas. Não classifica. Não compara.

Trazes uma tarefa do ofício. Se na primeira semana não houver nada a trazer, a casa põe um dossiê público — uma acta, uma nota de arquivo — e trabalha-se sobre isso até chegar o teu.

Semanas 1–3

A consigna

O trabalho escreve-se antes da janela.

Semanas 4–6

A releitura

Risca-se o que não assinarias.

Semanas 7–8

O rasto

Uma folha que um colega percebe.

Semanas 9–11

O limite

O que passa pela ferramenta e o que não.

Grupo de trabalho em volta de um ecrã
Lê-se em voz alta. Os outros anotam o que teriam riscado.

Entre a sexta e a sétima semana há uma noite de leitura sozinha. Não é pausa. É o hábito que o curso quer deixar: três riscos novos, datados, sem mesa à volta.

Se quiseres ver como passa uma segunda concreta, está escrito em uma semana. O tom da mesa, em o método.

InscriçãoA sala